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19 maneiras pelas quais a crise do coronavírus desmascarou a agenda esquerdista

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(LifeSiteNews. Traduzido por Petter Martins) A crise do coronavírus virou o mundo de cabeça para baixo. Em nenhum lugar isso é mais evidente do que nas batalhas políticas agora travadas sobre como lidar com a crise. A Guerra Cultural não apenas não terminou, como se intensificou. As coisas estão degenerando rapidamente no reino do inimaginável. 

As mudanças mais dramáticas são aquelas que ocorrem à esquerda. As premissas liberais há muito consideradas sagradas estão sendo derrubadas. O mundo fica intrigado com a contradição daqueles que uma vez proclamaram uma posição, mas agora assumem uma posição contrária.

A esquerda sempre se retratou dentro do modelo liberal de promoção da liberdade e igualdade absolutas. Isso não vale mais. A crise desencadeou uma nova ofensiva contra todos os que se opõem à agenda subversiva da esquerda.

Assim, uma lista de contradições progressistas que mostra a verdadeira face da esquerda pode ser compilada.

Desmascarando a agenda subversiva da esquerda:

  1. Muitos que se gabavam em voz alta sobre pontes e ódio a muros e tudo o que está associado a isso agora gritam que todo mundo deve ser cercado, ficar em casa, até segunda ordem;
  2. Muitos que exigem amor livre, sem restrições pessoais, são agora fanaticamente a favor do distanciamento social a ponto de denunciar vizinhos e outros;
  3. Muitos que insistem que todos os procedimentos de confinamento são necessários e que a destruição econômica é válida nem que seja “apenas para salvar ‘uma’ vida”, exigem, no entanto, que todas as clínicas de aborto estejam abertas, chamando-as de “negócios essenciais”; 
  4. Muitos que pediram total transparência agora insistem que todo mundo cubra o rosto com uma máscara;
  5. Muitos que antes eram a favor da liberdade absoluta na vida cotidiana agora insistem em um estilo de vida quase militarizado;
  6. Muitos que insistem que a ciência é um deus a ser adorado nesta crise ficam estranhamente calados quando modelos de “especialistas”, como o estudo COVID-19 do Colégio Imperial de Londres, comprovadamente superestimaram a letalidade do flagelo;
  7. Muitos que defenderam descaradamente a eutanásia, alegando que a qualidade de vida deveria determinar quando o governo poderia pôr fim ao direito à vida dos idosos, agora sustentam que toda a vida é preciosa, independentemente de sua qualidade (enquanto continuam exorcizando os conservadores anti-eutanásia, que sempre declararam essa verdade!);
  8. Muitos que protestaram contra o uso da força pela polícia para impedir o crime e a ilegalidade agora aplaudem a ação brutal da polícia contra cidadãos cumpridores da lei que protestam em frente às fábricas de aborto, falsamente acusados de violar ordens de ficar em casa ou de manter o distanciamento social;
  9. Muitos que impuseram a evolução e a seleção natural nas escolas, tratando-os como dogmas que nunca podem ser questionados, agora crêem que esses devem ser suspensos em relação às vítimas de coronavírus;
  10. Muitos que proclamam que o vírus nunca poderia ser um castigo de Deus afirmam que é a vingança da “Mãe Terra” pelos assim chamados pecados contra o meio-ambiente;
  11. Muitos que antes denunciaram toda censura como uma violação da liberdade absoluta agora elogiam sites de mídia social que censuram conteúdo crítico da manipulação comunista chinesa da crise;
  12. Muitos que afirmam que o governo Trump escolheu dinheiro em vez de vidas, agora reclamam em voz alta que os pagamentos de seus benefícios estão atrasados;
  13. Muitos dos que protestaram para apoiar a causa dos trabalhadores agora são críticos ferozes dos trabalhadores que protestam nas ruas e nos capitólios estaduais porque querem voltar ao trabalho;
  14. Muitos que pediram a libertação de prisioneiros para evitar o contágio pelo vírus, agora exigem punição severa, incluindo multas e prisão, para americanos cumpridores da lei que se opõem ao confinamento;
  15. Muitos que costumavam insistir que a mudança fosse introduzida por meios democráticos por “nós, o povo”, agora vêem a crise como uma oportunidade de ouro para governadores ditatoriais, impacientes, imporem à sociedade a mudança radical projetada por “especialistas” que, segundo eles, sabem melhor do que o povo americano o que é bom para ele;
  16. Muitos que protestaram contra o globalismo de empresas multinacionais agora pedem soluções globais e mecanismos de governo e a imposição de uma nova ordem mundial;
  17. Muitos que afirmavam favorecer a liberdade religiosa agora exigem o fechamento de igrejas em nome da segurança e da saúde pública;
  18. Muitos dos que protestaram contra o “establishment” agora são contra a dar a quem se opõe ao confinamento o mesmo direito;
  19. Muitos que criticaram os atentados à privacidade agora estão dispostos a entregar todos os tipos de informação pessoal para combater o vírus — e exigem que todo mundo seja obrigado a fazer o mesmo.

Essa lista parcial de contradições é apenas um aparente choque de opiniões.

A esquerda é guiada por uma ideologia subversiva. Tendo falhado em convencer o público em geral pela força da argumentação, agora vêem a crise como um meio de impor mudanças radicais implementadas por globalistas, “especialistas” e tecnocratas que afirmam agir em nome da segurança pública. Assim, usa qualquer meio, mesmo quando contraditório, para efetuar essa mudança. Às vezes, a esquerda clama por liberdade irrestrita, de modo que o poder destrutivo de paixões humanas desordenadas possa ser usado para derrubar a ordem e a moralidade tradicionais. Em outros momentos, como o presente, a esquerda exalta a brutalidade totalitária e defende sua implementação para impor igualdade, reduzindo todos à servidão, vítimas de uma regra única e niveladora.

O lado jacobino e brutal da esquerda agora é fácil de ver. Eles não se escondem mais atrás de suas velhas máscaras e estruturas, fingindo defender a democracia. A esquerda jacobina mascarada americana está totalmente desmascarada.

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