ONU: Vaticano defende a vida e rejeita o aborto

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(ACI) Nesta última segunda-feira (24), na sede das Nações Unidas (ONU) em Nova York, o Cardeal Pietro Parolin — Secretário de Estado do Vaticano — reiterou a defesa da vida e a rejeição ao aborto.

O cardeal alertou a todos os presentes na 74ª Assembleia Geral que alguns termos em documentos da ONU podem favorecer a promoção do aborto pelos termos ambíguos que adota.

Em particular, a Santa Sé rejeita a interpretação que considera o aborto ou o acesso ao aborto, aborto seletivo, aborto de fetos diagnosticados com problemas de saúde, a gestação por substituição (também chamada barriga de aluguel) e esterilização, como dimensões desses termos.

O Secretário de Estado deixou claro que a Igreja promove a saúde e a vida:

 Entende-se que a saúde das pessoas deve ser cuidada em todas as etapas do desenvolvimento da vida das pessoas.

(Este direito) está essencialmente vinculado ao direito à vida e nunca pode ser manipulado como uma desculpa para terminar ou dispor de uma vida humana em qualquer ponto de sua existência, desde a concepção até a morte natural.

Outros países alertaram ainda sobre as tentativas de obrigar as nações a serem permissivas com o aborto. Os representantes dos Estados Unidos apresentaram uma declaração conjunta com outros 18 países em defesa da família, afirmando que “a família é uma instituição fundamental da sociedade e deve ser apoiada e fortalecida“.

Os países signatários da declaração são: Estados Unidos, Bahamas, Bielorrússia, Brasil, República Democrática do Congo, Egito, Guatemala, Haiti, Hungria, Iraque, Líbia, Mali, Nigéria, Polônia, Rússia, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Iêmen.


Ouça o podcast: E36T04 – Aborto e Bioética

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