<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Flávio Ayres &#8211; Cooperadores da Verdade</title>
	<atom:link href="https://cooperadoresdaverdade.com/author/flavioayres/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://cooperadoresdaverdade.com</link>
	<description>Apologética Católica</description>
	<lastBuildDate>Mon, 03 Jan 2022 15:34:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.5</generator>

<image>
	<url>https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2022/04/cropped-Escudo-Favico-2-32x32.png</url>
	<title>Flávio Ayres &#8211; Cooperadores da Verdade</title>
	<link>https://cooperadoresdaverdade.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>A Eucaristia em João 6</title>
		<link>https://cooperadoresdaverdade.com/a-eucaristia-em-joao-6/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-eucaristia-em-joao-6</link>
					<comments>https://cooperadoresdaverdade.com/a-eucaristia-em-joao-6/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flávio Ayres]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2020 16:35:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eucaristia]]></category>
		<category><![CDATA[Sagrada Escritura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cooperadoresdaverdade.com/?p=7646</guid>

					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1920" height="1080" src="https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2020/03/Eucaristia.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="Eucaristia" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2020/03/Eucaristia.jpg 1920w, https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2020/03/Eucaristia-600x338.jpg 600w, https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2020/03/Eucaristia-300x169.jpg 300w, https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2020/03/Eucaristia-768x432.jpg 768w, https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2020/03/Eucaristia-1024x576.jpg 1024w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>(Tim Staples. Traduzido por Flávio Ayres) Para milhões de cristãos não-católicos, Jesus estava se utilizando de puro simbolismo em João 6, 53 quando declarou aos seus seguidores “Em verdade, em verdade, vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós”. As [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://cooperadoresdaverdade.com/a-eucaristia-em-joao-6/">A Eucaristia em João 6</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://cooperadoresdaverdade.com">Cooperadores da Verdade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1920" height="1080" src="https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2020/03/Eucaristia.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="Eucaristia" decoding="async" srcset="https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2020/03/Eucaristia.jpg 1920w, https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2020/03/Eucaristia-600x338.jpg 600w, https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2020/03/Eucaristia-300x169.jpg 300w, https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2020/03/Eucaristia-768x432.jpg 768w, https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2020/03/Eucaristia-1024x576.jpg 1024w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>(<a rel="noreferrer noopener" aria-label="Tim Staples (abre numa nova aba)" href="https://timstaples.com/2019/the-eucharist-in-john-6/" target="_blank">Tim Staples</a>. Traduzido por <a href="https://cooperadoresdaverdade.com/autor/flavioayres/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Flávio Ayres</a>) Para milhões de cristãos não-católicos, Jesus estava se utilizando de puro simbolismo em João 6, 53 quando declarou aos seus seguidores <em>“Em verdade, em verdade, vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós”</em>. As razões que os não-católicos dão geralmente podem se resumir às seguintes: Primeiro, uma interpretação literal tornaria os cristãos canibais; Segundo, Jesus diz ser a “<em>porta</em>” em João 10, 9 e a “<em>videira</em>” em João 15, 5, os católicos acreditam que eles devem arrancar uma folha da videira ou engraxar as dobradiças da porta para ir para o céu? Os não-católicos dizem que Jesus está usando uma metáfora em João 6, assim como ele faz em outros lugares dos Evangelhos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Católicos Canibais?</h2>



<p>A afirmação sobre o canibalismo não se sustenta por, pelo menos, três motivos. Primeiro, católicos não recebem Nosso Senhor sob uma forma canibalesca, católicos o recebem sob a forma de pão e vinho. O canibal mata sua vítima, Jesus porém não morre quando é consumido na comunhão. De fato, ele não é modificado em nada, quem o consome é a única pessoa que é transformada. O canibal come partes de sua vítima enquanto na comunhão o Cristo inteiro é consumido — corpo, sangue, alma e divindade. O canibal ainda derrama o sangue da sua vítima, mas na comunhão Nosso Senhor se dá em sacrifício a nós de modo incruento.</p>



<p>Segundo, se fosse verdadeiramente imoral em qualquer sentido, que Cristo nos entregasse sua carne e sangue para comer, seria contrário à sua santidade dizer a qualquer um que seja para que comesse seu corpo e sangue — mesmo que simbolicamente. Reproduzir um ato imoral simbolicamente seria por natureza imoral.</p>



<p>Ainda mais, as expressões “<em>comer a carne</em>” e “<em>beber o sangue</em>” já foram usadas simbolicamente no antigo testamento hebreu e no novo testamento grego, que foi muito influenciado pelo hebraico. Em Salmos 27, 1-2, Isaías 9, 18-20, Isaías 49, 26, Miquéias 3, 3 e Apocalipse 17, 6-16, nós encontramos essas palavras (<em>comer a carne e beber o sangue</em>) entendidas como simbólicas para <em>perseguir ou agredir alguém</em>. A “audiência” judaica de Jesus jamais pensaria que ele estivesse falando “<em>Se não me perseguirem e me agredirem, não tereis a vida em vós.</em>”. Jesus nunca encorajou o pecado. Esta pode, muito bem, ser uma outra razão para os judeus terem entendido Cristo, por sua palavra em João 6.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Metáfora?</h2>



<p>Se Jesus estivesse falando puramente em termos simbólicos, sua competência como professor teria de ser questionada. Ninguém ouvindo a Ele entendeu que estivesse falando metaforicamente. Ponha em contraste a reação de seus ouvintes ao ouví-los dizer ser a “<em>porta</em>” ou a “<em>videira</em>”. Em nenhum lugar encontramos alguém perguntando “<em>Como este homem pode ser uma porta feita de madeira?</em>”, ou “<em>Como pode este homem dizer que é uma planta?</em>”. Quando Jesus falava em metáforas, seus ouvintes pareciam entender completamente isso.</p>



<p>Quando examinamos o contexto de João 6, 53, as palavras de Jesus não poderiam ser mais claras. No versículo 51, Ele diz claramente ser o “<em>pão vivo</em>” que seus discípulos devem comer. E Ele diz em termos bem claros que “<em>o pão que eu darei é a minha carne</em>”. Então, quando os judeus discutiam, dizendo “<em>como é que ele pode dar sua carne a comer?</em>”, no versículo 52, Ele reitera mais enfaticamente ainda, “<em>Em verdade, em verdade, vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós</em>”.</p>



<p>Compare isto com outras ocorrências nas Escrituras onde os discípulos do Senhor estão confusos sobre seus ensinamentos. Em João 4, 32, Jesus diz: “<em>Eu tenho um alimento para comer, que vós não conheceis</em>”. Os discípulos pensaram que Ele se referia a comida física. Nosso Senhor rapidamente esclarece o ponto, usando linguagem concisa para que não haja dúvidas no versículo 34: “<em>O meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e levar a termo a sua obra”</em> (ver também Mateus 16, 5-12).</p>



<p>Quando consideramos a linguagem usada por João, uma interpretação literal — ainda que perturbadora — ela se torna ainda mais óbvia. Em João 6, 50-53 nós encontramos várias formas do verbo grego <em>phago, </em>“comer”, entretanto, após os judeus expressarem incredulidade diante da ideia de comer a carne de Cristo, a linguagem começa a se intensificar. No versículo 54, João começa a usar <em>trogo</em> em vez de <em>phago</em>. <em>Trogo</em> é definitivamente um termo mais “gráfico”, significando “mastigar” ou “roer” — como quando um animal está partindo sua presa.</p>



<p>Assim, no versículo 61, não são mais as multidões de judeus, mas os próprios discípulos que estão tendo dificuldade com as afirmações radicais de Jesus. Certamente, se Ele estivesse falando simbolicamente, esclareceria as dificuldades agora entre seus discípulos. Ao invés disso, o que Jesus faz? Ele reitera o fato de que Ele disse exatamente o que queria dizer “<em>Isso vos escandaliza? Que será, então, quando virdes o Filho do Homem subir para onde estava antes?</em>” (61, 62). Alguém pensaria que ele queria dizer “<em>Que será, então, quando virdes o Filho do Homem subir simbolicamente</em>”? Dificilmente! Os apóstolos, de fato, viram Jesus literalmente subir para onde Ele estava antes (ver Atos 1, 9-10).</p>



<p>Por fim, Nosso Senhor se vira aos doze. O que Ele <strong>não</strong> diz a eles talvez seja mais importante do que o que Ele diz. Ele não diz “<em>Pessoal, eu estava enganando as multidões, os discípulos e todos os outros. Mas agora vou contar a vocês simplesmente a verdade: eu estava falando simbolicamente</em>”. Em vez disso, Ele diz a eles “<em>Vós também quereis ir embora?</em>”. Essa questão profunda de Nosso Senhor ecoa através dos séculos, chamando todos os seguidores de Cristo da mesma maneira. Com São Pedro, aqueles que ouvem a voz do Pastor, respondem “<em>A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna</em>”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Espírito vs Carne</h2>



<p>João 6, 63 é um dos versículos apontados pelos protestantes como contraponto aos que afirmamos até agora. Ao ver os judeus e os discípulos tendo dificuldades com a natureza radical de suas palavras, Nosso Senhor diz aos seus discípulos e a todos nós: “<em>O Espírito é que dá a vida. A carne para nada serve. As palavras que vos falei são Espírito e são vida</em>”. Os protestantes afirmam que aqui Jesus nos diz que falava simbolicamente ou “<em>espiritualmente</em>” quando Ele diz “<em>O Espírito é que dá a vida. A carne para nada serve</em>”. “Vêem? Ele não nos dará sua carne porque Ele diz &#8216;a carne para nada serve&#8217;”. Podemos responder a isso de algumas maneiras.</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Se Jesus estava esclarecendo um ponto, Ele teria que ser considerado um professor ruim: Muitos de seus discípulos o abandonaram imediatamente porque achavam que suas palavras significavam o que Ele quis dizer.<br><br></li><li>Mais importante, Jesus não disse “<em><span style="text-decoration: underline;">Minha</span> carne para nada serve</em>”. Ele diz “<em><span style="text-decoration: underline;">a</span> carne para nada serve</em>”. Tem uma diferença grande entre as duas. Ninguém acreditaria que ele quis dizer <em>minha carne</em> para nada serve, porque Ele passou uma boa parte do mesmo discurso nos dizendo que sua carne seria “<em>dada pela vida do mundo</em>” (João 6, 51, 50-58). Então, ao que Ele se referia? <em>A carne</em> é um termo do Novo Testamento frequentemente usado para descrever a natureza humana à parte da Graça de Deus.<br><br>Por exemplo, Cristo disse aos apóstolos no jardim do Getsêmani “<em>Vigiai e orai, para não cairdes em tentação! O espírito está pronto, mas a carne é fraca</em>.” (Marcos 14, 38). De acordo com Paulo, se estamos “<em>na carne</em>”, nós somos “<em>hostis a Deus</em>” e “<em>não podemos agradar a Deus</em>” (Romanos 8, 1-14). Em 1 Coríntios 2, 14, ele nos diz “<em>O homem não-espiritual não aceita o que é do Espírito de Deus, pois isso lhe parece loucura. Ele não é capaz de entendê-lo, porque só pode ser avaliado pelo Espírito</em>”. Em 1 Coríntios 3, 1, Paulo continua <em>“Irmãos, não vos pude falar como a pessoas espirituais. Tive de vos falar como a pessoas carnais, como a crianças na vida em Cristo</em>”. É necessária uma graça sobrenatural na vida daquele que crê para acreditar no radicalismo da declaração de Cristo a respeito da Eucaristia. Como Jesus mesmo falou antes e depois de sua “fala difícil”: “<em>Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o atrair</em>” (João 6, 44, 6, 65). A crença na Eucaristia é uma dádiva da Graça. A mente natural – ou aquela que está “na carne” – nunca vai poder entender essa grande verdade Cristã.<br><br></li><li>Em outro nível muito próximo do ponto anterior, Cristo disse “<em>O Espírito é que dá a vida. A carne para nada serve</em>” porque Ele quer eliminar qualquer possibilidade de um literalismo crasso que reduziria suas palavras a um entendimento canibalesco. É o Espírito Santo que realiza o milagre do Corpo de Cristo ser capaz de subir aos céus e ao mesmo tempo ser distribuído na Eucaristia para a vida do mundo. Um corpo humano, mesmo um perfeito, à parte do poder do Espírito não seria capaz de fazer isso.<br><br></li><li>Aquilo que é <em>espiritual</em> não necessariamente equivale ao que não tem substância material. Muitas vezes isso diz respeito ao que é dominado ou controlado pelo Espírito.<br><br>Uma coisa que não queremos fazer como cristãos é cair na armadilha de acreditar que, porque Cristo disse “<em>espírito e vida</em>”, ou “<em>espiritual</em>”, essas coisas não podem envolver a matéria. Quando fala sobre a ressurreição do corpo, São Paulo escreveu “<em>semeia-se um corpo só com vida natural, ressuscita um corpo espiritual</em>” (1 Coríntios 15, 44). Isso significa que não teremos um corpo físico na ressurreição? Claro que não. Em Lucas 24, 39, Jesus deixa claro após sua própria ressurreição: “<em>Vede minhas mãos e meus pés: sou eu mesmo! Tocai em mim e vede! Um espírito não tem carne, nem ossos, como estais vendo que eu tenho</em>”.<br><br>O corpo ressurreto é espiritual, e nós podemos ser chamados “espirituais” como cristãos na medida em que somos controlados pelo Espírito de Deus. Espiritual não significa ausência do material. Essa interpretação é mais gnóstica do que Cristã. A confusão aqui se baseia mais na confusão entre <em>espírito</em> – o substantivo – e o adjetivo <em>espiritual</em>. Quando <em>espírito</em> é usado, por exemplo “Deus é Espírito” (João 4, 24), aí sim se refere ao que não é material. Entretanto, o adjetivo <em>espiritual</em> não necessariamente se refere à ausência do material, mas sim, se refere ao que é controlado pelo Espírito.<br>Assim, concluímos que as palavras de Jesus “<em>O Espírito é que dá a vida. A carne para nada serve</em>”. Tem um sentido duplo. Apenas o Espírito pode cumprir o milagre da Eucaristia e apenas o Espírito pode nos fortalecer e nos fazer crer no milagre.</li></ol>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://cooperadoresdaverdade.com/a-eucaristia-em-joao-6/">A Eucaristia em João 6</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://cooperadoresdaverdade.com">Cooperadores da Verdade</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cooperadoresdaverdade.com/a-eucaristia-em-joao-6/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Purgatório, uma breve explicação.</title>
		<link>https://cooperadoresdaverdade.com/purgatorio-uma-breve-explicacao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=purgatorio-uma-breve-explicacao</link>
					<comments>https://cooperadoresdaverdade.com/purgatorio-uma-breve-explicacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flávio Ayres]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2017 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escatologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://cooperadoresdaverdade.dev.cc/purgatorio-uma-breve-explicacao/</guid>

					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1920" height="1080" src="https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2019/09/Quanto-ficará-no-Purgatório-quem-julga-Cabeçalho.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2019/09/Quanto-ficará-no-Purgatório-quem-julga-Cabeçalho.jpg 1920w, https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2019/09/Quanto-ficará-no-Purgatório-quem-julga-Cabeçalho-600x338.jpg 600w, https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2019/09/Quanto-ficará-no-Purgatório-quem-julga-Cabeçalho-300x169.jpg 300w, https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2019/09/Quanto-ficará-no-Purgatório-quem-julga-Cabeçalho-768x432.jpg 768w, https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2019/09/Quanto-ficará-no-Purgatório-quem-julga-Cabeçalho-1024x576.jpg 1024w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>Por Steve Ray Este texto é uma tradução livre de um artigo escrito pelo americano Steve Ray, onde responde as indagações de um de seus leitores protestantes sobre o purgatório. Esperamos que lhe ajude a compreender sobre esta realidade na perspectiva da doutrina católica. Este não é um assunto muito difícil de se falar, mas [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://cooperadoresdaverdade.com/purgatorio-uma-breve-explicacao/">Purgatório, uma breve explicação.</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://cooperadoresdaverdade.com">Cooperadores da Verdade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1920" height="1080" src="https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2019/09/Quanto-ficará-no-Purgatório-quem-julga-Cabeçalho.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2019/09/Quanto-ficará-no-Purgatório-quem-julga-Cabeçalho.jpg 1920w, https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2019/09/Quanto-ficará-no-Purgatório-quem-julga-Cabeçalho-600x338.jpg 600w, https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2019/09/Quanto-ficará-no-Purgatório-quem-julga-Cabeçalho-300x169.jpg 300w, https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2019/09/Quanto-ficará-no-Purgatório-quem-julga-Cabeçalho-768x432.jpg 768w, https://cooperadoresdaverdade.com/wp-content/uploads/2019/09/Quanto-ficará-no-Purgatório-quem-julga-Cabeçalho-1024x576.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p><em>Por Steve Ray</em></p>



<p><em>Este texto é uma tradução livre de um artigo escrito pelo americano Steve Ray, onde responde as indagações de um de seus leitores protestantes sobre o purgatório. Esperamos que lhe ajude a compreender sobre esta realidade na perspectiva da doutrina católica.</em></p>



<p>Este não é um assunto muito difícil de se falar, mas muitos protestantes tem tentado torná-lo complicado durante os últimos séculos. Na verdade, a Igreja primitiva e os Apóstolos já criam no Purgatório, basta estudar os primeiros escritos (dos Santos Padres) para atestar. Veremos que a doutrina protestante, que se opõe ao purgatório, tem origem bem mais recente.</p>



<p>Purgatório significa simplesmente &#8220;purgar, limpar&#8221; e se refere à limpeza final dos nossos pecados e do nosso amor próprio, antes de encontrar-mo-nos face a face com Deus. Estes parágrafos do Catecismo nos dão uma excelente definição:</p>



<p>§1030 <em>Os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, embora tenham garantida sua salvação eterna, passam, após sua morte, por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do Céu.</em></p>



<p>§1031 <em>A Igreja denomina Purgatório esta purificação final dos eleitos, que é completamente distinta do castigo dos condenados. A Igreja formulou a doutrina da fé relativa ao Purgatório sobretudo no Concílio de Florença e de Trento. Fazendo referência a certos textos da Escritura, a tradição da Igreja fala de um fogo purificador: </em></p>



<p><em>No que concerne a certas faltas leves, deve-se crer que existe antes do juízo um fogo purificador, segundo o que afirma aquele que é a Verdade, dizendo, que, se alguém tiver pronunciado uma blasfêmia contra o Espírito Santo, não lhe será perdoada nem presente século nem no século futuro (Mt 12,32). Desta afirmação podemos deduzir que certas faltas podem ser perdoadas no século presente, ao passo que outras, no século futuro.</em></p>



<p>Hebreus 12, 14 nos dá uma base bíblica clara sobre a necessidade da purificação final. O autor diz: “<em>Procurai a paz com todos e ao mesmo tempo a santidade, sem a qual ninguém pode ver o Senhor.</em>” Agora, será que esta paz e santidade, as recebemos somente pela fé? Se é, porque o autor sagrado está falando a estes crentes que atinjam um grau de santidade “<em>para ver o Senhor</em>”? Perdão dos pecados é uma coisa, tornar-mo-nos Santos é outra.</p>



<p>Não existem “dias” no purgatório. Nunca existiram, mesmo que muitos protestantes afirmem que os católicos ensinem isto. Os ditos “dias” são dias passados na terra fazendo penitência previamente prescrita. A Enciclopédia Católica diz: &#8220;<em>Nem a natureza, nem a duração do purgatório é especificado na doutrina Católica; entretanto, a existência do purgatório é um dogma da Fé</em>&#8221; (Rev. Peter Stravinskas, Our Sunday Visitor&#8217;s Catholic Dictionary).</p>



<p>Um ponto que deve ser compreendido é que a Igreja não tem jurisdição sobre as almas no purgatório, só sobre aquelas na Terra. À Igreja não foi dada nenhuma revelação sobre os detalhes do Purgatório. É algo mencionado nas Escrituras, então nós sabemos que existe, mas o que realmente é, não nos foi dito. Alguns teólogos tentaram descrevê-lo como um &#8220;lugar&#8221; ou um &#8220;período de tempo&#8221;, mas a realidade é que não sabemos. A Igreja não diz que o Purgatório envolve o mesmo tipo de tempo que experimentamos aqui na terra, ou mesmo se envolve qualquer tipo de tempo. O Cardeal Ratzinger (Papa Bento XVI), um grande teólogo, diz que o Purgatório pode ter uma duração &#8220;existencial&#8221; em vez de uma duração &#8220;temporal&#8221;. Pode ser a experiência de uma pessoa, em vez de sua duração no tempo.</p>



<p>Um amigo Protestante recentemente admitiu que ele pensa que uma pessoa deve, de fato, tornar-se justa (não apenas ser “declarada&#8221; justa) para estar diante de Deus e Sua santidade. Eu lhe perguntei se ele era justo o bastante naquele momento — de maneira que se sofrêssemos um acidente ele estaria pronto pra ver a Deus face a face. Ele disse &#8220;Não&#8221;. Então comentou que isso o fez pensar que o Purgatório pode ser uma possibilidade real. Ele está certo.</p>



<p>Os protestantes normalmente acreditam na santificação, mas o que exatamente significa isso para eles ainda é algo muito nebuloso ou incerto. O que faz alguém pensar que a morte de alguma maneira torna-nos instantaneamente santos, mesmo que tenhamos morrido cheios de amor próprio, pensamentos maus, ganância e medo? O purgatório é o estágio final de santificação. Santificação sem a qual ninguém verá a Deus (Hebreus 12, 14). &#8220;<em>Nela não entrará nada de profano nem ninguém que pratique abominações e mentiras, mas unicamente aqueles cujos nomes estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.</em>&#8221; (Apocalipse 21, 27).</p>



<p>São Paulo nos diz: &#8220;<em>Mas agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes por fruto a santidade; e o termo é a vida eterna.</em>&#8221; (Romanos, 6, 22). A santificação segue o perdão dos pecados. O resultado dessa santificação é a vida eterna. O escritor sagrado do livro de Hebreus nos diz como se dá a santificação: &#8220;<em>Os primeiros nos educaram para pouco tempo, segundo a sua própria conveniência, ao passo que este o faz para nosso bem, para nos comunicar sua santidade.</em>&#8221; (Hebreus 12, 10). Se o processo de santificação é incompleto na terra, se nós ainda estamos cheios de amor próprio e desejos desordenados, Deus, em Sua misericórdia, continua o processo após a morte para nos preparar para a Sua presença gloriosa.</p>



<p>Vou finalizar esta breve explicação com um exemplo que me ajudou a compreender a realidade do purgatório quando entrei na Igreja. Quando era mais novo, fiz uma viagem à Europa, por uma semana. Deixei minha esposa e família em nosso chalé, na Suíça. Para economizar dinheiro e tempo eu dormi em trens, não tomei banho, etc. Quando voltei, uma semana depois, sujo e com a barba por fazer, minha esposa se recusou a deixar-me entrar no chalé. Eu era esposo! Era parte de família e pertencia àquela casa! Mas eu não estava limpo o bastante para entrar. É o mesmo para o céu.</p>



<p>Minha esposa me fez tomar banho de esponja na varanda antes que eu pudesse entrar pela porta. Eu tive que fazer uma limpeza final antes de ser admitido na plena alegria do meu lar. Jesus disse aos seus discípulos: “<em>Aquele que tomou banho não tem necessidade de lavar-se; está inteiramente puro. Ora, vós estais puros, mas nem todos.</em>” (João 13, 10). O Purgatório é simplesmente o estágio final da santificação. O Purgatório é a varanda do céu!</p>



<p><strong>Tradução</strong>: Flavio Ayres</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://cooperadoresdaverdade.com/purgatorio-uma-breve-explicacao/">Purgatório, uma breve explicação.</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://cooperadoresdaverdade.com">Cooperadores da Verdade</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cooperadoresdaverdade.com/purgatorio-uma-breve-explicacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
