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O compêndio das virtudes é o hábito

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A busca pela virtude é parte do que clama a essência humana, somos chamados a responder questões internas inerentes ao homem. Uma delas é alcançar a excelência que se encontra no trabalho de configurar-se ao bem. Seguir os preceitos do bem moral é um chamado natural para a humanidade, temos dentro de nós as capacidades que nos levam a buscar esse bem constantemente, assim como constantemente precisam ser exercitados.

O eloquente discurso moderno gerado pelo relativismo indica como termômetro de proximidade da virtude o desprezo, o total escárnio e o abandono de objetividade, verdade e verdadeiro progresso humano. A irracional luta contra a natureza é a maior insanidade gerada pelo revoltoso desejo de revolta, de destruição ou “desconstrução”. A violenta luta ideológica e política contra o bem não se trata somente de uma ordem natural, mas sobretudo de algo que transcende a razão humana, uma ordem sobrenatural. 

Não há outra forma de enfrentar esse constante mar de desespero senão com firme constância e fortaleza, remando com mais força sempre que as ondas se voltarem mais agressivamente contra nós. O enfraquecimento da busca pela excelência está permanentemente no comodismo que impede o bom de ser melhor. O bom é o pior inimigo do melhor, o comodismo das virtudes são o grande empecilho, a maior barreira para nos tornamos melhores. A solução é claramente a constante e eterna luta pela virtude através do repetitivo exercício. Compreender que o compêndio das virtudes é o hábito.

Habitar sob a firme rocha da virtude garante que a fragmentada composição humana não se torne pó.

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