E18T05 – Vícios e Virtudes: Luxúria e Castidade

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Neste episódio nós falamos sobre os Beatos Dionísio da Natividade e Redento da Cruz, os primeiros mártires do Carmelo Descalço. No quadro principal, retomamos a série Vícios & Virtudes e o assunto da vez foi Luxúria e Castidade.

Beatos Dionísio da Natividade e Redento da Cruz

Redento da Cruz tinha por nome de batismo Tomás Rodrigues da Cunha, nasceu em Paredes de Coura, em 1598. Com 19 anos embarcou para a Índia e tornou-se capitão da praça de Meliapor. Mas segiu outro caminho: o caminho do Carmo, onde recebeu o nome de Redento da Cruz. Nos finais de Outubro de 1638, foi enviado com o Padre Dionísio da Natividade a Achem, na Samatra, onde foi denunciado como espião e preso. Perante a recusa de abjurarem da sua fé, foram condenados e mortos.

Dionísio da Natividade chamava-se Pierre Berthelot e nasceu na Flandres, onde hoje é a Bélgica, em 1600. Era navegador e serviu a armada holandesa quando tinha vinte anos. Mudou-se para Portugal, onde foi nomeado cosmógrafo e piloto-mor. Em Goa, foi aceito na ordem carmelita, onde recebeu o nome de Dionísio da Natividade. Já carmelita, participou na defesa de Goa mas, em 1638, quando se dirigia a Samatra, foi preso e martirizado pelos mouros junto com seu irmão do Carmo, Redento da Cruz.

Vícios & Virtudes: Luxúria e Castidade

A luxúria, diz o catecismo, é “um desejo desordenado ou um gozo desregrado de prazer venéreo”. Os gregos chamam de pornéia, que significa o uso doentio da sexualidade. A sexualidade humana está ordenada ao casamento, único e indissolúvel, e só se completa dentro desta realidade, por isso qualquer busca de prazer venéreo fora do matrimônio será considerado pecado e pecado grave pela moral católica. O pecado da luxúria começa já no pensamento impuro e dentre as suas consequências mais graves, a primeira é, sem dúvida, a perda do estado de graça, que faz jogar uma alma no inferno; mas a pornéia também provoca um certo embotamento da razão e sobretudo da vontade, fazendo com que a pessoa perca a capacidade de amar.

Felizmente há um tratamento certo para esta doença grave da alma: a virtude da castidade. A castidade é a virtude que modera o exercício da sexualidade. Uma virtude delicada e difícil, cuja pratica perfeita não se alcança ordinariamente, mas somente à base de uma contínua vigilância e de uma severa austeridade. É preciso travar uma verdadeira batalha interior. A castidade, diz o Pe. Antônio Royo Marín, se opõe à luxúria em todas as suas espécies e manifestações.

E neste episódio, além de dar a conhecer os males da Luxúria, também buscamos oferecer um caminho possível para o exercício e a conquista desta importante virtude que é a castidade.

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